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Agosto 29, 2025

Moro Canãs e prodígio Bailly partilham meia portuense

Nunca se defrontaram antes, mas o espanhol Alejandro Moro Cãnas, de 24 anos, e o belga Gilles Arnaud Bailly, de 19, são os primeiros semifinalistas da CT Porto Cup, ATP Challenger 75 promovido pela Federação Portuguesa de Ténis no Clube de Ténis do Porto.

O espanhol, atual 300.º mundial, foi o primeiro a saborear vitória, esta sexta-feira na terra batida portuense, ganhando ao compatriota Nikolas Sanchez Izquierdo (291.º), semifinalista da última edição, com os parciais de 7-6 (8/6) e 6-4.

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Alejandro Moro Cañas

“Estou muito feliz, sobretudo porque venho de uns meses sem conseguir fazer uns bons resultados e sem me sentir bem no court, mas trabalhar duro dá resultados e, neste caso, os bons treinos estão a refletir-se nos resultados. Subi de nível e estou muito feliz por estar na meia-final”, reforçou o semifinalista que já foi 142.º mundial e gosta das boas vibrações da cidade Invicta, na qual foi finalista nos pisos rápidos do Monte Aventino, o ano passado, semifinalista este ano e, agora, na estreia no pó de tijolo do CT Porto vai estar a lutar por um lugar na final.

“Acho que vou mudar-me para aqui. Não sei, mas jogo bem nesta cidade. Adoro as organizações de torneios em Portugal, no Porto especialmente. Saindo da bolha do ténis, adoro a cidade e os restaurantes. Desfrutando fora da quadra, depois os resultados acontecem também dentro”, elogiou, animado.

Veremos se essa máxima vai aplicar-se diante o antigo número um júnior. Bailly, que precisou de 2.28 horas e assistência do fisioterapeuta em campo, levou a melhor sobre outro espanhol, Nicolas Alvarez Varona (282.º), com os parciais de 6-2, 3-6 e 6-4.

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Gilles Arnaud Bailly (Fotos: Eduardo Oliveira/FPT)

“Primeiras meias-finais de nível challenger da carreira soa muito bem. Estou muito contnetne, foi uma boa partida e estou contente por tê-la ganho. No terceiro set, podia ter ido para qualquer um dos lados, estou feliz que tenha caído para o meu”, admitiu o belga 341.º mundial, reconhecendo que o fardo de ter sido considerado um prodígio foi demasiado pesado quando foi número um mundial de juniores.

“O primeiro ano foi muito difícil, depois de ter sido número um mundial senti muita pressão, foi demasiada, já foi há dois anos, não altura não foi fácil, mas agora estou mais maduro e já me habituei”, admitiu Gilles Arnaud Bailly.

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