Pormenores que contam


No meio de tanta azáfama, os mais pequenos dão sempre nas vistas e a experiência é enriquecedora. Estamos a falar da Vanguard Stars, um torneio destinado aos mais novos (10 e 11 anos), que decorreu a par do Challenger Lisboa Belém Open, no CIF, Ajuda, e que contou com o apoio da Federação Portuguesa de Ténis, Câmara Municipal de Lisboa e Junta de Freguesia de Belém.

A visita do secretário de Estado do Desporto e Juventude, João Paulo Rebelo, foi mais um sinal evidente do interesse de quão é importante a realização deste tipo de iniciativas para os mais jovens. São dezenas e dezenas de miúdos que vivem momentos de felicidade ao lado de campeões e de outros nomes consagrados da modalidade.

Depois do Millennium Estoril Open e do Challenger de Braga, Portugal viveu três semanas consecutivas de pura competição, que culminaram no Challenger de Lisboa, o mais antigo e que vai na terceira edição. É a consistência deste tipo de eventos, todos eles de inegável qualidade organizativa, à qual a Federação Portuguesa de Ténis, está associada desde a primeira hora que permitem, passo a passo, acreditar num futuro melhor.

Por outro lado, e numa altura em que a entidade federativa está a trabalhar no projeto de renovação do complexo do Jamor esta ligação à base faz despertar o entusiasmo para um dia mais tarde uma boa percentagem destes jogadores poder encarar a competição.

Se João Sousa é de longa a figura mais carismática, o ténis nacional apresenta outros nomes como Pedro Sousa, João Domingues, Gastão Elias, Frederico Silva, Gonçalo Oliveira e Tiago Cação que dão sustento e vida a este tipo de torneios da categoria Challenger.

A garantia de continuidade do Challenger de Braga e de Lisboa é a confirmação de uma aposta que tem o carimbo de qualidade e que coloca Portugal num patamar de referência na órbita da Federação Internacional de Ténis.

São estes pequenos pormenores que contam quando Portugal concorre a grandes eventos internacionais e o orgulho é enorme quando somos o país anfitrião de acontecimentos históricos, como é o caso da Assembleia Geral Eleitoral da Federação Internacional, em setembro, em Lisboa.

 

Norberto Santos, jornalista

 

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